I love my piercing

Flos Wall Piercing Lights



The Flos Soft Architecture Wall Piercing lights caught my eye on Stylepark and I can only imagine the possibilities of this type of lamp. You can create some very artistic and creative patterns using a grouping of these simple ring lights.





Porque eu não pensei nisso antes #6

 Um rolo de arame + cadeiras velhas que você encontra as vezes até na rua + uma furadeira = muito charme no armário!!


antonello fusè: abitudini



abitudini is a series of coat hangers designed by antonello fusè that utilizes old chair backs. fuse takes second hand chairs and cuts off their back at various points. he then attaches a simple metal curve to the top of the chair back transforming it into a coat hanger. the design works off the tradition of hanging ones coat on a chair back, transforming it into an object with this one explicit purpose.

http://www.resign.it















Via Designboom

Alô, mamãe, vim para ficar!

Tá bom, não deve ser exatamente o m² mais caro do mundo. Estou super corrida para fazer uma pesquisa na internet sobre os reais m²s mais caros do mundo, então vamos levar em consideração que este é um texto apoiado no que eu mesma penso.

Não sei se todos já ouviram falar do projeto Max Haus. Bom o conceito é tão simples que parece até óbvio: plantas que giram em torno de 70m², localizados em bairros bacaninhas, com revestimentos considerados bacaninhas, como concreto aparente, e que são baseados na Arquitetura Aberta™ (sim, eles registraram este termo), ou seja, você fica livre para colocar as paredes onde bem entende.

Bom, aí você pensa que, hipotéticamente, deve ser um espaço bem bacanamente baratinho, já que eles não gastam com revestimentos, não gastam tutano pensando na melhor forma de fazer encaixar o quarto da empregada sem que ela tenha que pular a máquina de lavar para chegar nele, e que se tratam de espaços relativamente pequenos.

Ah my friend, mas e aí que você se engana.

Peguemos como exemplo a unidade recém inaugurada na Berrini.





Um apartamento de 70m² custa R$ 600.000,00.Dá para acreditar? Dividindo este preço pela metragem, temos como resultado a modesta quantia de R$ 8.571,50 por metro quadrado.







Claro, se você quiser pode comprar um Max Haus na Cidade Dutra pela bagatela de R$ 220.000,00. Ou então se quiser ser mais bacana que a ralé do Brooklin, pode adquirir seu exclusivo Max House Itaim pela modesta quantia de R$ 800.000,00. R$ 8000.000,00!!!!!!!! ( o que dá R$ 11.428,50 pelo espaço demarcado acima).

O mais, digamos, curioso, é que o conceito tem uma linguagem totalmente jovem, dexxxcolada, moderninha.

Mas me diga: que jovem, brasileiro, proletário, no auge dos seus 30 anos tem alguma condição de embarcar em um financiamento desses? Eu, arquiteta, antes dos 50 e poucos não consigo adquirir meu próprio Max Haus. O que vai me tornar uma pessoa totalmente obsoleto, tãããão 2009. E agora?!!

Eu já andava bem inconformada com a Idea Zarvos, outra que lança apartamento de jovem com preço de tiozão, mas agora acho que o mercado imobiliário perdeu totalmente a referência.


E eu continuo morando com a minha mãe.

Quem quer ser importante, põe o dedo aaaqui, que já vai feeechar

Texto extraído do Arqbacana

A revista inglesa Vanity Fair publicou em sua última edição - de agosto de 2010 – um ranking com os “21 projetos mais importantes da arquitetura nos últimos 30 anos”. Para chegar a tal lista - que teve como obra mais votada o Museu Guggehnheim de Bilbao, de Frank Gehry - a publicação inquiriu um total de 52 pessoas, incluindo acadêmicos, críticos de arquitetura e arquitetos famosos como Zaha Hadid, Richard Meier, Thom Mayne, Eric Owen Moss.

O levantamento provocou polêmica no universo da arquitetura. Foi alardeado o fato, por exemplo, de alguns eleitores, como Richard Meier e Daniel Libeskind, terem votado nas próprias obras. Outra reclamação foi a idade dos inquiridos, que tinham, em média, 70 anos.

Mas, a maior queixa de todas, foi o fato da lista não incluir exemplares significativos da arquitetura sustentável. Como resposta a essa questão, o arq Lance Hosey, por meio da revista Architect Magazine, divulgou outra lista – que apesar de ter sido feita com um método de apuração similar ao da Vanity Fair, tinha como eleitores os “green architects”. De acordo com ela, a Academia de Ciências da Califórnia, projetada pelo arq Renzo Piano, foi eleita o edifício sustentável mais importante do mundo construído a partir do ano 2000.

Veja os 21 mais votados, por ordem de popularidade:



1) Museu Guggenheim de Bilbao, de Frank Gehry – Espanha, 1997
Número de votos: 28

2) Museu Menil Collection, de Renzo Piano – Houston, 1987
Número de votos: 10

3) Termas de Vals, de Peter Zumthor – Suíça, 1996
Número de votos: 9

4) Sede do HSBC, de Sir Norman Foster - Hong Kong, 1985
Número de votos: 7

5) Biblioteca Central de Seattle, de Rem Koolhaas (Office for Metropolitan Architecture) – Seattle, 2004
Número de votos: 6

6) Mediateca de Sendai, de Toyo Ito – Sendai - Japão, 2001
Número de votos: 6

7) Galería Estatal de Stuttgart, de Sir James Stirling – Stuttgart - Alemanha, 1984
Número de votos: 6

8) Igreja da Luz, de Tadao Ando – Osaka - Japão, 1989
Número de votos: 6

9) Memorial dos veteranos do Vietnã, de Maya Lin - Washington, D.C., 1982
Número de votos: 5

10) Viaduto de Millau, de Sir Norman Foster – França, 2004
Número de votos: 4

11) Museu Judaico, de Daniel Libeskind – Berlim, 1998
Número de votos: 4

12) Edifício Lloyd, de Sir Richard Rogers – Londres, 1984
Número de votos: 4

13) Ninho do Pássaro, Jacques Herzog e Pierre de Meuron – Beijing, 2008
Número de votos: 3

14) Sede da CCTV, de Rem Koolhaas (Office for Metropolitan Architecture) – Beijing, ainda em construção
Número de votos: 3

15) Casa da Musica, de Rem Koolhaas (Office for Metropolitan Architecture) – Porto - Portugal, 2005
Número de votos: 3

16) Fundação Cartier, de Jean Nouvel – Paris, 1994
Número de votos: 3

17) Mundo BWM, de COOP Himmelblau - Munique, 2007
Número de votos: 3

18) Ampliação do Museu de arte Nelson-Atkins, de Steven Holl - Kansas City, 2007
Número de votos: 3

19) Cooper Union, de Thom Mayne (Morphosis) - New York, 2009
Número de votos: 3

20) Parque de La Villette, de Bernard Tschumi – Paris, 1987
Número de votos: 3

21) Terminal de Balsas de Yokohama, de Foreign Office Architects - Japão, 2002
Número de votos: 3

www.vanityfair.com

I see dead people...

luzinterruptus: floating presence


'floating presence'

the last in their series of public light interventions, 'floating presence' by spanish designers luzinterruptus featured 80 lit beings inhabiting the waters of albacete, spain in the eastern mountains of la mancha. historically, the location was best known for the shooting of a spanish film 'amanece que no es poco'. in leaving an army of these illuminated  floaters in the water, the view was reminiscent of the surrealist atmosphere depicted in the film.



living in harmony among the surrounding fish and ducks, the aim of the project was to bring attention to the less frequented lower part of the town and to bring together neighbouring locals. the duration of the installation was one week. upon the dismantling of this public intervention, the river was left clean and unpolluted.
























'floating presence' during installation


'floating presence' during installation 

Via Designboom

Design matters

Olha que máximo este auxiliar para desenho!
Vai dizer que você não queria um desses nos tempos de faculdade?!
Sim, só nos tempo de faculdade...

Via Designboom



'constrained ball'


'constrained ball' is a drawing aid created by korean product designer giha woo. once attached to the pen, this device helps to draw straight lines without using a ruler. normally, a ball point pen rolls freely in accordance with the ball located at the tip of the pen. however, this writing tool prevents winding lines by helping to move the ball in one direction only. using the installed measuring wheel indicated on the product, users can draw the exact desired line length in both a horizontal and vertical direction, as well as strokes in 45 degree angles.






the mounting area is made with a flexible rubber material helping it adhere to the attached pen.






measurement of line is indicated on the product





Wish List de Julho

The Giacomo Chair By Atelier

Adesivos Keith Haring a venda aqui

Hand made stuff

 
Mouth Pots by Thelermont Hupton



Fish House, Singapore by Gus Architects
 

 365 knitting clock by Siren Elise Wilhelmsen


 Alejandro Aravena para a favela de Paraisópolis

Alejandro Aravena para a favela de Paraisópolis



Já falei do Alejandro Aravena aqui e aqui no Suco de Tangerina. Ok, babo mesmo no trabalho dele.
Tudo começou quando descobri o projeto Elemental, sua solução básica-porém-inteligente de fazer habitação de baixa renda, sem obrigar as pessoas a morarem em protótipos de lego. Sério porque o Cingapura é 9,5 na escala Richter de vergonha alheia. Poucas coisas nessa cidade caótica são tão de mau gosto quanto aquilo. (ok, parei)
"É melhor fazer meia casa boa, do que 1 casa ruim", segundo o Aravena.  Ai ai, isso já diz tudo!
Essa semana foram divulgas as primeiras imagens do seu projeto para a favela de Paraisópolis, e o primeiro do Elemental aqui no Brasil.
Abaixo, texto extraído do Arqbacana sobre o projeto:


Ainda em fase de desenvolvimento, o projeto habitacional de Alejandro Aravena para a favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, é o primeiro feito pelo arq chileno no Brasil. Com 40 m² de área, os apartamentos podem ser expandidos pelas famílias, que devem seguir o projeto do escritório de arquitetura chefiado por Aravena: o Elemental. As obras estão previstas para começar em agosto deste ano.


Em entrevista concedida ao repórter Mario César Carvalho para o jornal Folha de S. Paulo, publicada na segunda-feira, dia 19 de julho, Aravena conta que privilegiou a “qualidade da moradia”. Segundo ele, “a política previa 40 m² para sala, cozinha, banheiro e dois dormitórios. Tudo ruim. Foi aí que surgiu a ideia central do Elemental: é melhor fazer meia casa boa do que uma casa ruim. Mas se você olha 40 m2 como metade de uma casa boa, a pergunta é: que metade fazemos? A resposta foi: a metade que uma família nunca vai fazer bem”, disse o arquiteto à Folha.

De acordo com Aravena, esta parte - que deverá ser custeada pelo Estado - corresponde ao banheiro, a cozinha e a estrutura. “É preciso levar o DNA da classe média para a favela, para que a habitação se transforme em investimento e deixe de ser gasto social”, acrescenta o chileno.


Essa ideia, aliás, já havia sido aplicada por Aravena no conjunto habitacional Quinta Monroy, em Iquique, no Chile, onde os apartamentos de 36m² podem ser ampliados pelos próprios moradores para 70m².


Para Aravena, o programa governamental “Minha Casa, Minha Vida” deixa a desejar quando não aproveita a capacidade das famílias para construir parte dos imóveis por conta própria.


Formado pela Universidade Católica do Chile em 1992, Alejandro Aravena ganhou o Leão de Prata na Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2008. Em 2004, foi eleito pela revista norte-americana “Architectural Record” um dos dez profissionais com maior projeção na vanguarda arquitetônica. É autor de projetos como um edifício para o Campus da Vitra, na Alemanha; a Escola de Medicina e as Torres Siamesas, no Chile.

 





Leia a entrevista concedida a Folha de São Paulo 

Every move you make

Ando encantada ultimamente com um tipo de arte e arquitetura muito interessante: a arquitetura e arte cinéticas.


"A arte cinética, também conhecida como Cinetismo, é uma corrente das artes plásticas que explora efeitos visuais por meio de movimentos físicos ou ilusão de ótica ou truques de posicionamento de peças."


Sempre fui curiosa sobre o assunto, desde que vi pela primeira vez as esculturas malucas do artista Theo Jansen. Fiquei realmente intrigada com estruturas complexas que se movimentam como se estivessem vivas!


No caso da arquitetura, é muito bacana assistir à estruras pesadas e estáticas, se movimentando de forma delicada, quase como um passo de dança.


Este filme é sobre o trabalho de Teo Jansen


Este também sobre Teo Jansen



Ned Kahn para o aeroporto de Brisbane


Storefront for Architecture and Art


David Fisher em Dubai

Grandes clássicos nunca saem de moda!

TWA Terminal / Eero Saarinen


© nyc-architecture.com

If you have ever flown in or out of the John F. Kennedy International Airport in New York, you may have experienced or noticed Eero Saarinen’s Trans World Flight Center. Even in the hustle and bustle of a busy airport, the building deserves more than just a passing glance. When Saarinen was commissioned in 1956, the client wanted this building to capture the “spirit of flight,” and as visitors rush to make it to their flight there is no choice but to admire the swooping concrete curves that embraced flyers into the jet age.

More photos and information on the TWA Terminal at JFK International Airport after the break.
In order to capture the concept of flight, Saarinen used curves to create spaces that flowed into one another. The exterior’s concrete roof imitates a bird in flight with two massive “wings.” The interior consists of a continuous ribbon of elements, all whisking themselves in from the exterior, so that ceilings continously run into walls and those walls become floors.


© nyc-architecture.com

“All the curves, all the spaces and elements right down to the shape of the signs, display boards, railings and check-in desks were to be of a matching nature. We wanted passengers passing through the building to experience a fully-designed environment, in which each part arises from another and everything belongs to the same formal world,” stated Eero Saarinen during construction in 1959.


© Hagen Stier

The structure consists of a shell of reinforced concrete with four segments that extend outward from a central point. The concrete “wings” then unfold on either side of the exterior, preparing for flight. Within the concrete, the structure is reinforced with a web of steel. The large panels of glass beneath the concrete are also supported with steel, and have a contemporary purple-tint. These glass walls are tilted towards the exterior at an angle as they reach the ceiling, as if intended for viewers to imagine looking out from a plane to the earth below. These windows also highlight the purpose of the structure, providing views of departing and arriving jets.


© Flickr - User: So Cal Metro

Saarinen died of a brain tumor in 1961, a year before the romantic structure was completed. Seven years after its completion, a new departure-arrival concourse and lounge were added to the terminal. This, however, did not help the financial deterioration the terminal slowly began to experience. When first designed, JFK International Airport envisioned having different terminals for different airline companies. The idea was more successful on paper than when brought to life, and the terminal was shut down in 2001.


© nyc-architecture.com

The TWA Terminal became an official landmark in 1994, voted on by the Landmarks Preservation Commission. In 2005 the Port Authority of New York and New Jersey began construction of a new terminal facility for JetBlue Airways which was completed in 2008 and now partially encircles Saarinen’s terminal. The original structure has not yet undergone the necessary renovations due to aging of the structure and is still closed to the public. Other proposals include an addition of an aviation museum or a restaurant. Even so, the TWA Terminal represents a moment of optimism and ambition in the American economy and in architectural history, as well as an inventive interaction between engineering and architecture.


Architect: Eero Saarinen
Location: Jamaica, New York, USA
Project Year: 1956-1962
Photographs: Depending on the photograph: Hagen Stier, nyc-architecture.com or on Flickr: So Cal Metro, AllWaysNY, ouno design, Telstar Logistics
References: New Jersey Institute of Technology, The New York Times, galinksy.com, and greatbuildings.com

Via Archdaily